E são as horas, que andam às voltas, que me matam, ou as minhas voltas na cama que matam as horas.
E é este mal estar interior que me aperta o grito na garganta, ou o saber o que a garganta tem para gritar.
E é pensar que estamos os dois errados, ou o erro que é o que estamos a desperdiçar.
E é o doer ou o magoar.
E é esquecer ou amar.
E é este mal estar interior que me aperta o grito na garganta, ou o saber o que a garganta tem para gritar.
E é pensar que estamos os dois errados, ou o erro que é o que estamos a desperdiçar.
E é o doer ou o magoar.
E é esquecer ou amar.

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