
sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Empresta-me....

Empresta-me a tua boca. Assim, a sede dos teus beijos, morrerá à nascença e a saudade do teu sabor dissipar-se-á para sempre da minha cabeça.
Empresta-me as tuas mãos. Com elas a carência do teu toque não passará de uma mera e efemera lembrança e as minhas mãos nunca mais se perderão sozinhas.
Empresta-me os teus braços. Não mais terei de procurar outro refúgio e o desejo de dormir preso em ti, deixará de ser ilusão.
Empresta-me a tua cabeça. Quero ser o teu pensamento.
Empresta-me o teu coração. Quero guardar-me lá dentro e ser para sempre teu.
Empresta-me as tuas mãos. Com elas a carência do teu toque não passará de uma mera e efemera lembrança e as minhas mãos nunca mais se perderão sozinhas.
Empresta-me os teus braços. Não mais terei de procurar outro refúgio e o desejo de dormir preso em ti, deixará de ser ilusão.
Empresta-me a tua cabeça. Quero ser o teu pensamento.
Empresta-me o teu coração. Quero guardar-me lá dentro e ser para sempre teu.
sábado, 1 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Tou na LUa...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Desabafo
são os que me xamam louco pk ñ têm
inteligência suficiente para lidar com a minha Loucura...
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Another 15 days
Another 15 days on the road...
And the road becomes my bride
I've stripped of all but pride
So in her I do confide
And she keeps me satisfied
Gives me all I need
And with dust in throat I crave
Only knowledge will I save
To the game you stay a slave
Rover, wanderer
Nomad, vagabond
Call me what you will
But I'll take my time anywhere
Free to speak my mind anywhere
And I'll redefine anywhere
And the Earth becomes my throne
I adapt to the unknown
Under wandering stars I've grown
By myself but not alone
I ask no one
And my ties are severed clean
The less I have, the more I gain
Off the beaten path I reign
Rover, wanderer
Nomad, vagabond
Call me what you will
Anywhere I roam
Where I lay my head is home...
domingo, 21 de agosto de 2011
Fallen Hero...
Will I be alone this morning
Will I need my friends?
Something just to ease away my pain
No one ever sees the loneliness behind my face
I am just a prisoner of my fame
If I could only stand
And stare in the mirror
What could I see?
One fallen hero with a face
Like me
And if I scream would anybody hear me
If I smash the silence, you'll see what fame
Has done to me
Kiss away the pain and leave me lonely
I'll never know if love's a lie,
Being crazy in paradise is easy
Do you see the prisoners in my eyes?
Where is the love to shelter me?
Give me love, love set me free
Where is the love to shelter me?
Only love, love set me free
Set me free
Will I need my friends?
Something just to ease away my pain
No one ever sees the loneliness behind my face
I am just a prisoner of my fame
If I could only stand
And stare in the mirror
What could I see?
One fallen hero with a face
Like me
And if I scream would anybody hear me
If I smash the silence, you'll see what fame
Has done to me
Kiss away the pain and leave me lonely
I'll never know if love's a lie,
Being crazy in paradise is easy
Do you see the prisoners in my eyes?
Where is the love to shelter me?
Give me love, love set me free
Where is the love to shelter me?
Only love, love set me free
Set me free
domingo, 31 de julho de 2011
I Miss U So....
sábado, 9 de julho de 2011
When i think of you
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Pessoas....

Há pessoas que te vão tentar deitar abaixo. Há pessoas que não te vão conseguir tirar da cabeça e, em vez de seguirem com a vida delas, vão viver na sombra da tua vida, a procurarem-te e a verem-te onde tu nem sequer estás. Há pessoas que te vão acusar de errares, mesmo quando se olham ao espelho, ou quando deitam a cabeça na almofada, e sabem que por dentro são iguais ou piores. Há pessoas que vão ficar presas na página que tu já viraste há meses, obcecadas, fechadas, rancorosas, com mania da posse das verdades (incapazes elas proprias de dizer a verdade e o que fizeram e que se arrependeram de o ter feito, em vez disso amanda-te com as culpas todas em cima, é triste), inconformadas, ressabiadas, com sede de vingança, afirmando que já não importa o passado e praguejando para o teu futuro… esquecendo-se, claro está, que quem deseja mal aos outros leva com ele todo em cima. Há pessoas que pensam que te dão dores de cabeça, quando na realidade te fazem cócegas no ego, dando-te uma importância tamanha que afirmam não existir! Para essas pessoas, quando já não há paciencia, um "vai-te foder" não chega, mas alivia!
True Friends
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O sabor dos teus beijos

Hoje, falo do sabor dos teus beijos, sem saber dizer
ao certo a que sabem.
Não sabem a água, que a àgua mata a sede
e eu ainda morro de secura.
Não são salgados, que a vontade de os beber
é cada vez maior.
Não sabem a mel, que o mel enjoa de tão doce,
e a doçura dos teus beijos está na medida certa.
Acho que então não falarei...
Por hoje, ficarei apenas com a lembrança do seu sabor.
ao certo a que sabem.
Não sabem a água, que a àgua mata a sede
e eu ainda morro de secura.
Não são salgados, que a vontade de os beber
é cada vez maior.
Não sabem a mel, que o mel enjoa de tão doce,
e a doçura dos teus beijos está na medida certa.
Acho que então não falarei...
Por hoje, ficarei apenas com a lembrança do seu sabor.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Os teus olhos...

Esta é a altura em que falo dos teus olhos.
Essas duas esferas que me prendem nas suas voltas...
Enquanto falas, enquanto ris. Enquanto me olhas.
São janelas que olho sem medo de entrar.
São caminhos onde me perco sem hesitar.
Esta é a altura em que me deito e fecho os meus olhos.
Penso no teu olhar. Penso na paz que ele me transmite.
Penso.
E adormeço...
Essas duas esferas que me prendem nas suas voltas...
Enquanto falas, enquanto ris. Enquanto me olhas.
São janelas que olho sem medo de entrar.
São caminhos onde me perco sem hesitar.
Esta é a altura em que me deito e fecho os meus olhos.
Penso no teu olhar. Penso na paz que ele me transmite.
Penso.
E adormeço...
Coisas Simples....
Miss You So Much
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Blood Drops
Talvez esperasse por ti, sem mesmo saber que o fazia.
Talvez já me tenha cruzado contigo nalguma esquina, onde ambos choramos a perda ou o vazio de querer e não ter.
Talvez te conheça de algum mundo solitário, onde a preocupação por estar sozinho nao nos permite ver quem está à nossa volta.
Talvez o destino exista e seja o labirinto onde nos perdemos um dia, para nos cruzarmos no outro.
Talvez o labirinto se transforme em duas meras linhas rectas e paralelas, onde o meu caminho já nao cruze o teu mas passe a ser parte dele.
Talvez o labirinto se transforme num emaranhado de linhas confusas e nos percamos no meio da confusão.
Talvez me encontre em ti para me deixar perder...
Talvez já me tenha cruzado contigo nalguma esquina, onde ambos choramos a perda ou o vazio de querer e não ter.
Talvez te conheça de algum mundo solitário, onde a preocupação por estar sozinho nao nos permite ver quem está à nossa volta.
Talvez o destino exista e seja o labirinto onde nos perdemos um dia, para nos cruzarmos no outro.
Talvez o labirinto se transforme em duas meras linhas rectas e paralelas, onde o meu caminho já nao cruze o teu mas passe a ser parte dele.
Talvez o labirinto se transforme num emaranhado de linhas confusas e nos percamos no meio da confusão.
Talvez me encontre em ti para me deixar perder...
domingo, 5 de junho de 2011
Fire Devils in my drink...
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Incendiados...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Vens sentar-te comigo na Lua?

Vem sentar-te comigo na lua, desafiou-a ele,
e o convite não podia ser mais tentador.
Por isso, ele imaginou que ela
Lhe respondeu que sim:
-Eu vou, porque na realidade
vou contigo a qualquer lugar.
A luz branca reflectia-se
nos seus rostos,
e era como se por momentos
nada mais existisse.
Agora pergunto:
Vens sentar-te comigo na lua?
e o convite não podia ser mais tentador.
Por isso, ele imaginou que ela
Lhe respondeu que sim:
-Eu vou, porque na realidade
vou contigo a qualquer lugar.
A luz branca reflectia-se
nos seus rostos,
e era como se por momentos
nada mais existisse.
Agora pergunto:
Vens sentar-te comigo na lua?
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Full Moon madness

Ontem o sol entrava pela janela do carro. Não, o sol entrava em mim. E eu sorria! Ia de óculos pretos, não pela força do sol mas pelo cansaço dos olhos que ultimamente pouco e mal dormem. Pensei em ti.
Tu e eu e uma lua cheia.
Hoje a lua reflecte-se na janela do quarto. Não, reflecte-se em mim. E eu sorrio! Fico de olhos fechados, não pela estranheza do sono mas pela vontade de sonhar que ultimamente pouco e mal me prende. Penso em ti.
Tu e eu e uma lua cheia.
domingo, 3 de abril de 2011
Pergunta...

Se me perguntares, digo-te!
Digo o que o medo não me quer deixar dizer.
Talvez seja medo de tu não quereres saber. Mas eu sinto.
Eu quero repetir mil vezes que não há abraço como o teu.
Forte. Único. Simples. Quente.
Onde o tempo não existe e o mundo não se mete no meio.
Onde me perco e me encontro novamente.
Onde de coração meio vazio passo a coração meio cheio.
Se me perguntares, digo-te!
Digo o que o medo não me quer deixar dizer.
Talvez seja medo de tu não quereres saber. Mas eu sinto.
Eu quero repetir mil vezes que não há abraço como o teu.
Forte. Único. Simples. Quente.
Onde o tempo não existe e o mundo não se mete no meio.
Onde me perco e me encontro novamente.
Onde de coração meio vazio passo a coração meio cheio.
Se me perguntares, digo-te!
terça-feira, 29 de março de 2011
Always on the moon....
Não entendo porque foge o sol todos os fins de tarde, mesmo sabendo que a lua o procura a noite toda, até que se cansa, adormece e ele aparece. Quando a lua volta a acordar, ele volta a esconder-se até ao dia em que não aguenta mais e se deixa apanhar. Não entendo porque foges tu todos os dias, mesmo sabendo que eu te procuro dia e noite, sem me cansar. Podias-te deixar apanhar...
quinta-feira, 24 de março de 2011
Não suporto...

De todas as coisas em ti,
Não suporto essa tua facilidade
Em arriscares o coração
A quem te dá uma réstia de atenção.
Não suporto esse teu jeito desesperado,
De um futuro apaixonado,
A quem demonstra um pouco de interesse por ti.
Não percebo esse teu lado carente
Que mendiga afectos a toda a gente.
De todas as coisas em ti,
Confesso,
Essa tua maneira fácil de te dares
Fez-me querer esquecer de ti.
Não suporto essa tua facilidade
Em arriscares o coração
A quem te dá uma réstia de atenção.
Não suporto esse teu jeito desesperado,
De um futuro apaixonado,
A quem demonstra um pouco de interesse por ti.
Não percebo esse teu lado carente
Que mendiga afectos a toda a gente.
De todas as coisas em ti,
Confesso,
Essa tua maneira fácil de te dares
Fez-me querer esquecer de ti.
terça-feira, 22 de março de 2011
Estou aqui

Estou aqui tu sabes onde
e as almas saíram à rua esta noite para conversar.
Estou aqui a vê-las, pela janela,
dentro daquilo que nunca chegará cá dentro.
O relógio da lua bate certeiro,
conta-me ao ouvido as horas da minha vigília.
Cá dentro do que lá fora cá dentro uma alma que brilha
e me diz em voz calada:
"volta para dentro e deita-te a sonhar o mais que possas,
para de vez acabares com os teus pesadelos."
e as almas saíram à rua esta noite para conversar.
Estou aqui a vê-las, pela janela,
dentro daquilo que nunca chegará cá dentro.
O relógio da lua bate certeiro,
conta-me ao ouvido as horas da minha vigília.
Cá dentro do que lá fora cá dentro uma alma que brilha
e me diz em voz calada:
"volta para dentro e deita-te a sonhar o mais que possas,
para de vez acabares com os teus pesadelos."
quarta-feira, 16 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Sem titulo....

Rodam as quatro estações
Dá lugar o sol à lua
Cai a noite sem pregões
E nós ficamos na rua
A escutar dois corações
Que dizem que vou ser teu!
Podes dizer um adeus
E olhar-me com desdém
Que eu sei que não serás minha
Só quero que tudo corra bem
Que agora mesmo morreu
Não o diz a mais ninguém
Cegam as luzes perdidas
Que se escondem pela cidade
Horas mortas, já vencidas
Dóem-me as dores da saudade
E das saudades fingidas
De quem finge ter saudades.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
RIP

Usámos martelos de madeira.
Praticámos jogos com peças e regras.
Decifrámos truques nos bares.
Mas agora partiste, e eu não percebi o porque.
Propusémos enigmas e piadas de guerra.
Entendemos números e para o que servem.
Entendemos sentimentos, e entendemos palavras.
Mas como pudeste ser levado embora?
E para onde quer que tu vás, ou para onde nós podemos ir.
Não parece justo. hoje simplesmente desapareceste.
Não é justo. Tu parecias gostar daqui estar.
A tua luz agora reflete. reflete a distância.
Nós fomos apenas pedras. A tua luz ve-se nas estrelas.
Agora de respiração pesada, arrependimentos despertados.
Páginas passadas e dias que poderiam ter sido
passados juntos, mas nós estávamos a milhas de distância.
Cada centimetro entre nós eram como anos luz.
Faz boa viagem para onde quer que vás AMIGO,
Praticámos jogos com peças e regras.
Decifrámos truques nos bares.
Mas agora partiste, e eu não percebi o porque.
Propusémos enigmas e piadas de guerra.
Entendemos números e para o que servem.
Entendemos sentimentos, e entendemos palavras.
Mas como pudeste ser levado embora?
E para onde quer que tu vás, ou para onde nós podemos ir.
Não parece justo. hoje simplesmente desapareceste.
Não é justo. Tu parecias gostar daqui estar.
A tua luz agora reflete. reflete a distância.
Nós fomos apenas pedras. A tua luz ve-se nas estrelas.
Agora de respiração pesada, arrependimentos despertados.
Páginas passadas e dias que poderiam ter sido
passados juntos, mas nós estávamos a milhas de distância.
Cada centimetro entre nós eram como anos luz.
Faz boa viagem para onde quer que vás AMIGO,
E que aí encontres a paz que não encontraste aqui.
RIP
RIP
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Canto

Canto como um possesso
Que na casca do tempo, a canivete,
Gravasse a fúria de cada momento;
Canto, a ver se o meu canto compromete
A eternidade no meu sofrimento.
Outros, felizes, sejam rouxinóis...
Eu ergo a voz assim, num desafio:
Que o céu e a terra, pedras conjugadas
Do moinho cruel que me tritura,
Saibam que há gritos como há nortadas,
Violências famintas de ternura.
Canto como quem usa
Os versos em legitima defesa.
Canto, sem perguntar à Musa
Se o canto é de terror ou de beleza.
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