terça-feira, 7 de agosto de 2007

No silencio




Foi no meio do silencio de ambos
Que se foram descobrindo
E que belas e surpreendentes
Descobertas foram fazendo.

Que essas duas almas
Irrequietas
Nunca mais fiquem
Em silencio.


Ele deseja-a
Ela deseja que ele
A proteja e lhe mostre
O caminho para a lua
E uma troca de olhares
E um beijo lunático
É tudo o que precisam
Para subirem e ficarem
Calmamente da lua.



2 comentários:

starxandra disse...

Amei este texto.
No silêncio irrequieto de duas almas
o luar revelou
a serenidade de um olhar
um gesto de arrepiar...
a lua pequena ficou...
lá no firmamento...onde o prazer ecoou...
Beijinho lunático para ti.

Marta Vinhais disse...

Talvez pelas almas estarem irrequietas, o silêncio se torna importante......
Para que acalmem e deixem falar o prazer que se esconde...
Vim através da Starxandra, desculpe a invasão, mas gostei muito do poema...
Abraços
Marta